segunda-feira, 21 de agosto de 2017

EM CASO DE ATAQUE TERRORISTA

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A  Polícia aconselha:

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COMBOIO DE XANGAI A INGLATERRA

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Leva 200 contentores duplos, é puxado por 4 locomotivas e demora 14 dias a chegar — de navio levaria 2 meses.
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(Com colaboração de António-Pedro Fonseca)
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OS ZELOTAS DO POLITICAMENTE CORRECTO

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[...] Em abono do rigor, o totalitarismo já prospera, obrigadinho. Nos EUA e aqui, criaturas radicalmente desprovidas de utilidade teimam em vigiar a linguagem e decretar os limites do “admissível”. E, cá como lá, a sanha persecutória é menos consequente nos supremacistas brancos do que nos vermelhos. Ninguém se incomoda com insultos a europeus ou a cristãos. Porém, dia após dia, surge um “escândalo” alusivo ao que X disse da maravilhosa “cultura” cigana, ou ao que Y disse da “comunidade LGBTQRONVS§#™‰*$”, ou ao que Z pensou em dizer do prodigioso governo que nos ilumina. É estranho um mundo onde os beatos do Bloco ou a namorada do ex-presidiário Sócrates se sentem habilitados a julgar – e se esgadanham para castigar – as opiniões alheias. Ou, dado que a deturpação é abundante, a amálgama de mentiras em que transformam as opiniões alheias.
Para os distraídos, estamos a falar de gente com credibilidade idêntica à de um astrólogo (com ofensa aos astrólogos). São anti-fascistas que professam o comunismo ou participam com zelo num regime influenciado por comunistas. São feministas que se borrifam para a humilhação das mulheres ciganas. São democratas que aplaudem o regime venezuelano. São lobistas “gay” que se apaixonam pela Palestina. São ecuménicos que abominam as religiões ocidentais. São opositores do racismo que compreendem os racistas do islão. São indignados com a xenofobia que insultam os espanhóis e os alemães e os ingleses que nos visitam e sustentam a nossa reles economia. Ainda assim, procurar calar essa gente seria imitar-lhe os princípios. O que interessa é recusar que, à conta da intimidação, essa gente nos cale a nós. [...]

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Alberto Gonçalves in "Observador"
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MACACO AMESTRADO COLHE COCOS

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(Com colaboração de J. Castro Brito)
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CATEDRAL DO FUTEBOL

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"TRADITION IN ACTION"

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Há hoje um numeroso grupo de teólogos e cardeais conservadores preocupados com as reformas do actual Papa — consideradas heréticas — e preocupados com a evolução da Religião Católica, afirmando, entre outras coisas, que não há um Papa "capaz" desde Pio XII, há mais de meio século. Entre os "dissidentes", está o cardeal americano Raymond Burke que fala do terceiro segredo de Fátima onde constará a referência a uma futura apostasia na Igreja e à incapacidade dos seus pastores a corrigirem.
Vai mais longe o cardeal. Em Louisville, afirmou: "De forma diabólica, a confusão e o erro que levaram a cultura no caminho da morte e da destruição entraram também na Igreja sem que ela pareça conhecer a sua identidade e missão e tenha a coragem de anunciar o Evangelho.
E acrescenta que é necessário aos católicos distinguir o que são afirmações do Papa e o que é a autoridade da Igreja para estabelecer os seus ensinamentos. É errado e perigoso para a Igreja acolher cada declaração do Santo Padre como expressão do ensino papal, diz. Duas afirmações complicadas para quem está fora das subtilezas canónicas e teológicas do Vaticano.
Numa análise do documento do Papa, de 2016, sobre a família — Amoris Laetitia — assinada por 45 teólogos católicos, lê-se que o documento não comprova que o Papa tenha caído na heresia, mas identifica 11 afirmações que serão hereges. E, globalmente, acham que o documento constitui um grande perigo para a fé católica e para a moral. As franjas extremistas da Igreja, por outro lado, consideram que, pelo menos, os quatro últimos Papas eram ou são impostores.
Para quem se interessa por esta matéria, pode ler muita coisa curiosa no site "Tradition in Action", cujo nome não engana, clicando no link.

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O QUE FALTA AINDA LER ?

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In "The Times"
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ÍNTERIM

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O caos da natureza
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domingo, 20 de agosto de 2017

PAUL KLEE

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UM PENSAMENTO PARA AMANHÃ

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O único lugar onde sucesso vem antes do trabalho é no dicionário.
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Autor desconhecido
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NEM TODOS FAZEM A CAMA ONDE SE DEITAM

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BANNON — O PRINCÍPIO DO FIM?

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Sobre a saída de Bannon da Casa Branca, José Couto Nogueira escreve hoje um artigo no site SAPO.PT que termina assim:

[...] Dinheiro não lhe falta. Diz-se que pretende criar uma rede de comunicação – televisão, Internet e rádio – que faça concorrência à conservadora Fox News. Não é provável que, para já, ataque directamente o presidente, mas com certeza que pode condicionar as suas decisões, uma vez que Trump no fundo não pensa de uma maneira muito diferente de Bannon – apenas pensa menos e tem uma agenda mais simples, que é a sua sobrevivência.
Como muito bem resume o site Quartz, a saída de Steve Bannon da Casa Branca não é o fim, mas apenas o princípio.
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SOBREVIVENTE

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Árvore cresce entre centenas de toneladas de pneus numa fábrica de reciclagem abandonada em Lachapelle-Auzac, França..
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O POVO É SERENO

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Como é mais que sabido, amanhã há eclipse total do Sol em vários estados da América, incluindo a Califórnia, onde a produção de electricidade depende em 10% do Sol. São mais de 5.600 megawatts perdidos no pico do eclipse — um número inesperado e impressionante para um pacóvio Dolicocéfalo!
Dir-se-á que é fácil: utiliza-se energia produzida pela combustão de gás ou carvão, ou energia hidro-eléctrica, ou das centrais nucleares, ou rebabá, e está o problema solucionado. Parece, mas não é assim tão simples. É que, durante o eclipse, a quebra de produção solar instala-se e desinstala-se gradualmente; ou seja, a substituição terá de ser regulada para não haver sobrecarga ou subcarga da rede — Complicado!...
Mas o que é isso para um povo que põe homens na Lua e os traz de volta, e tem uma nave a voar em órbita que passa entre Saturno e os seus anéis? E que tem um Presidente como Trump e está calmo e sereno?

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OS CRUZADOS DO SÉCULO XXI

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[...] O porquê desta anomia face ao terrorismo islâmico é conhecida: a esquerda trocou os operários pelos muçulmanos e, esquecidos nas periferias urbanas, os operários acabaram atrás da janela a ver o que oficialmente não existe. Em países como a França vêem todos os dias o fundamentalista que, sem pegar em facas, causa conflitos para que a sua mulher use burka na rua, para que as suas filhas não sejam atendidas por um médico, para que no refeitório da escola não se cozinhe carne de porco, para que os judeus deixem de passar por aquela rua, para que os comerciantes não vendam álcool, para que a festa de Natal não se realize…

Agora que os amanhãs já não cantam a Internacional a caminho de uma sociedade sem classes, a fúria da rua árabe e toda aquela litania da colonização, as cruzadas e tudo o que mais lembrar, configuram-se como o anúncio do admirável mundo novo que mais uma vez se anuncia: uma sociedade em que as comunidades substituíram os cidadãos; as minorias impõem as suas particulares circunstâncias como regras e os revolucionários se tornaram reguladores dos ressentimentos.
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Helena Matos in "Observador"

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sábado, 19 de agosto de 2017

VINCENT VAN GOGH

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A COMANDITA

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Quem leu o “SOL” da semana passada teve mais uma vez a oportunidade de constatar o feroz e grave ataque que a liberdade de imprensa sofreu durante o consulado socialista de José Sócrates. Se dúvidas houvesse, ficou mais uma vez provada a forma como a comandita que nos governou olhava para a democracia. Da TVI ao “Público”, passando pelo “DN”, “JN” e TSF, entre outros, é agora claro que existiu uma tentativa deliberada e altamente planificada de calar aqueles que publicamente noticiavam as barbaridades governativas que aqueles seres que nos levaram à bancarrota estavam a fazer. [...]
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João Gomes de Almeida in jornal "i"
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OS CINCO VIOLINOS

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(Sem ofensa para Jesus-Correia, Vasques, Albano, Peyroteo e Travassos)


VIRA DO MINHO

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Trump com o seu grupo mais próximo oito dias depois de tomar posse. Da esquerda para a direita, Reince Priebus, Mike Pence, Steve Bannon, Sean Spicer e Mike Flynn. Só o segundo, Mike Pence, Vice-Presidente, se mantém em funções. Not bad!!! Parece o vira do Minho — ora agora viras tu, ora agora viro eu...
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VER O ARGUEIRO NO OLHO DO IRMÃO . . .

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O candidato à Câmara Municipal de Loures André Ventura proferiu recentemente algumas considerações sobre a etnia cigana, numerosa naquele concelho, segundo parece. Foi como uma bomba que rebentou em todo o País onde há almas politicamente correctas de Norte a Sul e de Nascente a Poente.

A historiadora Irene Pimentel terá escrito:

Esse candidato proferiu declarações racistas e xenófobas, atribuindo a uma etnia certas características consideradas negativas. Além do mais, ao queixar-se de censura ao ‘politicamente incorreto’, esse indivíduo revela não saber o que é censura nem o que é ‘politicamente incorreto’. E está a utilizar uma argumentação contra o chamado ‘politicamente correto’ que tem vindo a ser utilizada pelos populistas de extrema-direita, casos de Donald Trump e Marine Le Pen, como se fosse sua, tomando-nos por imbecis.

E, mais adiante:

Levada ao extremo, a defesa do “politicamente incorreto” não poderá resultar na utilização corrente de expressões social e culturalmente ofensivas (“preto”, “monhé”, “paneleiro”, etc.) no debate público? Ou na legitimação de ideias fascistas e totalitárias, ódio racial, múltiplas discriminações, negacionismo do Holocausto, entre outros exemplos? Afinal, o “politicamente correto” não funciona como um filtro, uma convenção social de respeito pela diversidade e que possibilita a coabitação social?
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A isto respondeu o sociólogo Cintra Torres, escrevendo entre outras coisas:
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O ‘politicamente correto’ funciona não como um filtro, mas como um funil, uma coação ideológica de uma suposta maioria sobre supostas minorias. Os exemplos da sua pergunta são todos para o mesmo lado. Veja que o ‘politicamente correto’ condena a defesa de regimes fascistas mas não condena a defesa de regimes tão ou mais bárbaros considerados de esquerda. Já tivemos deputados do PCP a defender a ‘democracia’ na Coreia do Norte e a fingir desconhecimento do Gulag, no que foi uma forma de negacionismo. Foram criticados, mas ninguém arrancou cabelos em protesto. Condena os excessos de israelitas por serem de judeus, há muito anti-semitismo de ‘esquerda’ em Portugal, e não condena os excessos de palestinianos. Condena a Igreja Católica de cada vez que surge um caso de pedofilia e não condena as estruturas religiosas islâmicas que, ao contrário da Igreja, defendem práticas que podemos considerar pedófilas (os casamentos de crianças), bem como todos os abusos de minorias homossexuais, violência sobre as mulheres, etc. O ‘politicamente correto’ é uma forma de coação voluntária ou involuntária sobre ideias contrárias que se está a tornar bastante perigosa em vários países ocidentais, pois atenta contra as liberdades individuais e públicas.”
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ERA UMA CASA MUITO ENGRAÇADA . . .

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...NÃO TINHA PORTAS, 
NÃO TINHA NADA...
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sexta-feira, 18 de agosto de 2017

OS GRANDES VELEIROS

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"Santa Maria Manuela"
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INFLAÇÃO OU LOUCURA ?

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Daguerreótipo de John Quincy Adams feito em 1843. É uma das mais antigas imagens fotográficas de um Presidente dos Estados Unidos e vai ser leiloada pela Sotheby's por um preço estimado entre 150.000 e 250.000 dólares — está tudo maluco!
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A HISTÓRIA DO MUNDO EM 18 MINUTOS

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Tem legendas em português, pode ver-se em ecrã cheio e é das melhores sínteses que conheço.
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O SENHOR QUE SE SEGUE ?

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SEM REI NEM ROQUE
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SOL ECLIPSADO NA SEGUNDA-FEIRA

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Na Segunda-Feira, dia 21, há eclipse do Sol. Só será total em parte dos Estados Unidos, numa faixa dos Oceanos Atlântico e Pacífico e pouco mais.
Em Portugal é parcial e "poucochinho", como a vitória eleitoral de Seguro. Ocorrerá em Lisboa a partir das 19H46 e terá apenas 19% da superfície solar encoberta. Além disso, tem lugar próximo do ocaso do Sol, o que prejudica a sua observação.
O melhor local do território nacional para ver este eclipse são as ilhas dos Açores.

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EM ROMA SÊ ROMANO

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Pauline Hanson é a líder do partido australiano da extrema-direita One Nation e senadora. Ontem entrou no Senado vestida com uma burka. A ideia é ilustrar a razão porque o seu partido reclama a proibição da burka na Austrália onde, segundo dizem, há meio milhão de islâmicos.
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TUDO É RELATIVO — EINSTEIN

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Criticar o excesso da imigração ilegal põe-nos logo a par de Trump, enquanto insultar e agredir turistas permite-nos continuar a ser tão respeitáveis como o conselheiro de Estado Louçã.
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Rui Ramos in "Observador"
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quinta-feira, 17 de agosto de 2017

CLAUDE MONET

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ÍNTERIM

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ESTOU COM PÍNDARO

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Dario, Rei da Pérsia, quando tinha gregos de passagem na corte, perguntava-lhes por quanto dinheiro seriam eles capazes de comer os cadáveres dos pais. A resposta era sempre a mesma: por nenhum dinheiro do mundo!
Mais tarde, na presença de gregos, perguntou a indianos de uma tribo chamada das Callatias 
 que comiam de facto os cadáveres dos pais  por quanto dinheiro os queimariam (costume dos gregos), ao que respondiam com gritos de horror, pedindo-lhe que não falasse sequer nisso.
O historiador grego Heródoto, que conta esta conversa, cita o poeta Píndaro quando este dizia: "O costume é rei de tudo". E acrescentava: "Não existe maneira de dizer que um lado está certo e o outro errado — não há resposta certa. Cada grupo tem o seu código de costumes".
Situações como esta podem dar pano para meses de discussão e conversa; mas, em boa verdade, será discussão e conversa infinita, inútil, estéril e inconclusiva. O mais sensato parece ser o poeta Píndaro cuja perspectiva, em termos práticos, pode ser útil em muitas situações da vida.

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CÓMICO SE NÃO FOSSE TRÁGICO

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quarta-feira, 16 de agosto de 2017

JOAQUÍN SOROLLA

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UM DRAMA PORTUGUÊS

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Primeira personagem — Capoulas Santos (13-08-2017):

— O Governo fez o que poderá ser a maior revolução que a floresta conheceu desde os tempos de D. Dinis mas todos os que agora criticam foram incapazes de dedicar 60 segundos ao tema quando esteve em discussão pública.

Segunda personagem — Rui Ramos (16-08-2017):

— A questão principal, neste momento, é de segurança. Antes de mais, os portugueses precisam de saber que podem circular nas estradas e dormir nas suas casas sem acabarem num braseiro qualquer. O que nos convinha a todos é que as regras de segurança fossem cumpridas e os serviços funcionassem eficientemente. Para tanto, o primeiro passo seria responsabilizar os responsáveis, que é o que, desde o colapso do Estado em Pedrógão Grande, as autoridades têm evitado. Mas sem isso, tudo será apenas mais uma mistificação.
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Cai o pano no drama em representação: "Um País a Arder"

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É SÓ FUMAÇA


O regime Kim optou pela bomba para chamar a atenção do mundo e para alimentar o sentimento de que está sob constante ameaça. Se atacar, vai ser punido pelos Estados Unidos e pela China em uníssono. A mais eficaz resposta para a sua conversa e postura pode ser simplesmente ignorá-lo.
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Roger Boyes in "The Times"

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EH... EH... EH...

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Bruno "Lança-Chamas" suspenso por seis meses.
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ASPIRANTES A ASTRONAUTAS

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12 aspirantes a astronautas do curso 2017 da Escola da NASA
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Da esquerda para a direita, Zena Cardman, Jasmin Moghbeli, Jonny Kim, Frank Rubio, Matthew Dominick, Warren Hoburg, Robb Kulin, Kayla Barron, Bob Hines, Raja Chari, Loral O' Hara e  Jessica Watkins
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CATHLEEN MORAWETZ

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A fotografia em cima mostra a Drª Cathleen Morawetz, professora na Universidade de Nova Iorque, em 1964, com 41 anos, e o seu colega Harold Grad. Infelizmente, a Drª Moravetz morreu ontem, com 94 anos.
E porque falo de Cathleen Morawetz? Falo porque a professora Morawetz era matemática e autora de equações que permitiram resolver problemas de engenharia aeronáutica complicados. 
Morawetz era especialista em movimento de fluidos, estudou a circulação do ar em volta de aviões a voar próximo da velocidade do som e resolveu o problema do desenho das asas dessas aeronaves, problema que os impedia de ir além da barreira daquela velocidade.
Curiosamente, pouca gente saberá quem foi — sequer terá ouvido falar de — Cathleen Morawetz.

O Dolicocéfalo regista, lamenta, divulga a notícia da sua morte e presta homenagem a uma mulher que entrou pela porta grande no "reino dos homens" quando isso não era fácil.
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terça-feira, 15 de agosto de 2017

OS GRANDES VELEIROS

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SOL NA EIRA E CHUVA NO NABAL

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HÁ BIGODES E BIGODES !

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Um militar indiano, do Regimento Uttar Pradesh, fotografado hoje, 15 de Agosto, nas cerimónias do Dia da Independência.
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DEFESAS DO REINO

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É DISSO QUE ME QUEIXO

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David Brooks é um dos cronistas habituais do The New York Times e, no dia 8 deste mês, escreveu um texto com o título " Getting Trump Out of My Brain" que começa assim:

Na semana passada, O Washington Post publicou transcrições das conversas de Trump com líderes estrangeiros e um amigo mandou-me um email sugerindo que as lesse porque elas revelam como a cabeça de Trump funciona. Mas quando tentei clicar no link, uma voz no meu cérebro disse: "Preferia não". Tentei clicar outra vez e a voz disse: "Não, obrigado. Estou cheio".
Nos últimos dois anos, Trump ocupou uma parte enorme de espaço na minha cabeça. O meu cérebro, aparentemente, decidiu que não está interessado em dedicar mais neurónios ao tipo. Não há nada mais a aprender sobre a mistura de ignorância, insegurança e narcisismo de Trump. Cada segundo gasto com as suas farroncadas é mais degradante que informativo.
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É completamente certo tudo no citado em cima. Mas há um "pormenor" que se esquece — é que o "bicho" tem a chave da dispensa no bolso, o segredo do cofre na carteira, e o dedo no gatilho do maior arsenal que o mundo já viu. Com vossa licença, a porra é essa.

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OEIRAS MAIS À FRENTE

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