sexta-feira, 20 de abril de 2018

ACONTECE AOS MELHORES

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A MIM ENGANASTE-ME TU

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No tempo em que eles riam
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GOLFINHOS — UM BELO ESPECTÁCULO

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(Com colaboração da Teresa, minha mulher )
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UM COIO D'INDIGENTES, D'INDIGNOS E DE CEGOS

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No "Jornal Económico" do passado dia 16, João Marcelino escreve sobre esse caso modelo que responde ao chamamento de Carlos César e é alta figura da política "atlântica". A terminar, diz assim:
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[...] Estamos perante um caso paradigmático, que nos remete para a má imagem que os cidadãos têm hoje da classe política. Seria apenas mais um, não se dera o caso de Carlos César ser presidente e líder parlamentar do PS, além de conselheiro de Estado. Isto faz dele, quer goste ou não goste, um mau exemplo em vigor, sempre nos limites daquilo que a lei permite e que a ética republicana com certeza condena.
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Parafraseando Almada Negreiros, autor da peça mais demolidora que conheço, digo agora: Uma geração que consente deixar-se representar por um César é uma geração que nunca o foi. É um coio d'indigentes, d'indignos e de cegos! É uma resma de charlatães e de vendidos, e só pode parir abaixo de zero!
Abaixo a geração!


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AGRADECIDO PELO QUE ME TOCA

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A Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) realizou uma acção inspectiva a nível nacional que ocorreu na quinta-feira e incidiu sobre cabeleireiros, entre outros sectores com benefícios do "e-Fatura”, sectores que permitem a dedução em sede de IRS de 15% do IVA suportado até um limite de 250 euros por agregado familiar.
Por mim, acho excelente que se discipline o sector dos cabeleireiros — ... sobretudo esse!
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TAP — A NOTÍCIA

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Notícia de cair das nuvens, não fosse mau agouro neste caso.
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quinta-feira, 19 de abril de 2018

IRÃO

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Comemoração do Dia do Exército
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EMERGÊNCIA NO MAR BÁLTICO

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Uma passageira é evacuada de urgência por helicóptero de um navio de cruzeiro da "Costa Cruises"
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JACQUES BRELL

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QUEM ESTEVE CÁ ANTES DE NÓS ?

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Estamos habituados a ouvir e falar sobre civilizações antigas extintas, reveladas por sinais como ruínas enterradas ou estátuas afundadas, para dar dois exemplos. Mas tal corresponde a distâncias temporais de milhares de anos, não de milhões de milhões, por exemplo. E se nesta escala de tempo — de muitos milhões — tivesse havido na Terra outra civilização industrial antes da nossa cujos vestígios estivessem reduzidos a pó? A ser isso um facto, seria possível, cientificamente, encontrar dados indiciadores, ou provas irrefutáveis dele? É esse o conteúdo de um artigo publicado em Abril deste ano na revista International Journal of Astrobiology por Adam Frank, da Universidade de Rochester, e Gavin Schmidt, do NASA Goddard Institute for Space Studies. 
Então, pensam os autores que será possível. Pouco do que o homem faz na Terra não deixa vestígios, desde que se saiba procurá-los. Para dar um exemplo, se a nossa civilização desaparecesse agora, daqui a muitos milhões, ou biliões, de anos ainda seria possível encontrar vestígios da nossa presença e actividade, como os produtos da detonação de bombas atómicas, ou o lixo nuclear das centrais eléctricas. Tal informação seria um dos fios da meada para deduzir o nosso estado de evolução científica, técnica, industrial e por aí fora. 
Não vale a pena multiplicar os exemplos porque seriam muitos, relacionados com sinais de alterações atmosféricas, do desenho dos continentes, rebabá. Já não será para a nossa vida, mas os nossos filhos saberão um dia se já houve outro ser na Terra mais inteligente que o Presidente do Sporting.
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D. JOSÉ I

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EXOPLANETAS

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A Via Láctea vista do local do telescópio de La Silla, no  Chile

Numa noite sem nuvens e em local com pouca iluminação artificial, pode ver-se um agrupamento denso de estrelas atravessando o espaço — é a Via Láctea, a nossa galáxia. Além dela, vemos muitas outras estrelas. É espantoso pensar que quase todas têm planetas em sua órbita, muitas vezes mais que um, como o Sol. São chamados exoplanetas, porque estão fora do Sistema Solar
Alguns desses planetas têm temperaturas capazes de fundir metais, outros estão profundamente gelados. Podem circular tão próximos da "sua" estrela que um ano dura apenas alguns dos nossos dias, e poucos orbitam mais que uma estrela. Mas também os há isolados, a vaguear pelo espaço em permanente escuridão. Tudo visto e respigado — o que é figura de retórica porque está longe de estar tudo visto —, são mais de um milhão de biliões, ou um trilião, ou >1.000.000.000.000.000.000 de exoplanetas!

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Missões da NASA para estudo dos exoplanetas
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E ESTA ?! : . .

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NÃO FOI ASSIM HÁ TANTO TEMPO !

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ÍNTERIM

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quarta-feira, 18 de abril de 2018

OS GRANDES VELEIROS

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FALAR BEM E DEPRESSA

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(Qualquer coisa como: "O anti-semitismo no Partido Trabalhista é mato")
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Escolheram mal o inimigo.
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É A IMATURIDADE. . .

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[...] Quando levamos o pacifismo aos limites do bom senso, perdemos sempre o compasso moral. No seu comunicado, os bloquistas falam sobre os Estados Unidos — “Não é aceitável qualquer normalização da violência e da barbárie, de ataques contra civis e da violação contínua do Direito Internacional” — sem perceberem que, na realidade e involuntariamente, estão a descrever a atuação do regime sírio. E não percebem porque, de facto, na sua cabeça não há qualquer diferença moral entre as armas químicas do regime sanguinário de Assad e os mísseis dos regimes democráticos dos Estados Unidos, do Reino Unido e da França. Para Catarina Martins, todas as armas são iguais e todas as motivações para as disparar são igualmente condenáveis. Quando chegamos a este ponto de relativismo já não há mais nada a fazer.
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Miguel Pinheiro in "Observador"
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DANAKIL, ETIÓPIA

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Fotografias de Eric Lafforgue, captadas em Danakil, na Etiópia, um dos ambientes mais hostis na Terra.

FORTE DE S. JULIÃO DA BARRA

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A MULHER DE CÉSAR NÃO É PARA AQUI CHAMADA

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terça-feira, 17 de abril de 2018

CLAUDE MONET

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ONDAS GRAVÍTICAS

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Em 2016, cientistas conseguiram registar ondas gravíticas no espaço desencadeadas pelo embate e fusão de dois buracos negros que, como é sabido, correspondem a antigas estrelas cujo combustível (hidrogénio) findou e colapsaram, daí resultando corpos com dimensões relativamente pequenas, mas colossal massa. Tais ondas ocorrem no tecido espaço/tempo, representadas na figura a azul, como ocorre quando duas pedras chocam no interior da água, para dar um exemplo simples. 

Agora, Abril de 2018, foi a vez de investigadores europeus registarem as mesmas ondas geradas pela rotação de uma estrela de neutrões e passo a explicar, para quem não sabe, o que é a estrela de neutrões.
Como referido atrás, quando acaba o hidrogénio de uma estrela, acaba o circo: deixa de haver fusão do hidrogénio para formar hélio e produzir quantidades colossais de energia e a estrela colapsa sobre si própria. A massa é muita e o volume pouco, de tal modo que a gravidade é imensa. Tal facto "esmaga" os átomos existentes, empurra os electrões para dentro dos núcleos e estes fundem-se com os protões ali residentes, daí resultando neutrões. A partir de certa fase, só há neutrões no que resta da estrela e está formada o que chamamos estrela de neutrões, eventualmente a caminho de buraco negro.
As estrelas de neutrões, por razões que ignoro, têm rápido — rapidíssimo — movimento de rotação e, como não têm superfície regular e lisa, criam ondas gravíticas no seu atrito com o tecido espaço-tempo, agora registadas pela primeira vez.
Perguntar-se-á o que isso interessa para a felicidade das pessoas e, em boa verdade, não contribui muito. Mas tem piada para quem gosta destas coisas.
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JOGO RASTEIRO

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O caso das trapalhadas com as viagens de fim de semana dos parlamentares insulares tem dado que falar. Mas Ferro Rodrigues, do alto da sua poltrona na Presidência do Parlamento, pôs um ponto final na matéria. Urbi et orbi, declarou Sua Excelência:

[...] ... "como presidente da Assembleia da República, como presidente de todos os deputados, não alinho em dinâmicas que apenas visam diminuir a representação democrática com julgamentos éticos descabidos e apressados. Patati, patatá, etc. e tal"... [...]

Damos Graças ao Criador porque ficou tudo explicado: Ferro não alinha em julgamentos éticos descabidos e apressados — ponto final. Ferro alinha a defesa central, ao lado de Luisão e o forte dele é o jogo rasteiro, a chamada bola baixa.

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UMA PERA E PERAS

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PUTIN NÃO É COSCUVILHEIRO

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Vladimir Vladimirovitch Putin é bom rapaz, pessoa que respeito e me deu a gravata que tenho posta e costumo usar quando vou à praia. É sensato e leal, incapaz de fazer mal a alguém, seja grande amigo ou menos amigo — inimigos não tem —, que contribui generosamente do seu magro soldo para várias obras de caridade.
Pois dizem agora uns labregos, que nem aos calcanhares dele chegam, que Vladimir Vladimirovitch anda a espiolhar computadores alheios. Não acredito! Não é homem para isso e tem um passado que responde por ele. Jamais Vladimir Vladimirovitch quis saber da vida dos outros e até mandou insonorizar a casa onde vive para não ouvir as conversas dos vizinhos. Quer lá ele saber que e-mails mandam ou recebem Trump, May, Macron, Merkel e toda essa tropa metida em coscuvilhices e a inventar falsidades como essa dos gazes do seu amigo da Síria.
Vladimir Vladimirovitch é um homem íntegro do pescoço até aos pés, sendo a parte restante usada apenas para fazer plastias e infiltrações de Botox.
Não me convencem que anda a fazer cyber-attacks. Era mais fácil um dia Marcelo Rebelo de Sousa não ir viajar a qualquer lado que Putin andar a espiar.

NÂO!...
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ET TU, BRUTE ?

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A César o que não é de César
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segunda-feira, 16 de abril de 2018

OS GRANDES VELEIROS

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LÁ COMO CÁ

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Os nossos políticos estão demasiado ocupados para poderem fazer alguma coisa.
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Jason O’Mahony
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(Jornalista Irlandês)
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BE THE MAN

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QUADROS QUE O SOL PINTA

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GUERRA E PAZ

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O uso de gazes tóxicos na guerra é hoje convencional e mundialmente proibido, o que está certo. Mas a pergunta é: Porque não se proíbe da mesma maneira o uso de isótopos radioactivos? Os gazes não têm sido usados depois da I Guerra Mundial, mas há convenções assinadas sobre a sua não utilização e não as há sobre as armas atómicas.
E a pergunta pode ir mais longe: Porque há preocupações especiais em relação a certas formas de guerra e não as há em relação à guerra tout court?
As imagens da I Guerra Mundial, em que as armas químicas foram usadas, são chocantes. E não o são igualmente as de Hiroshima e Nagasaki? E também as do Iraque e da Líbia, sem gazes tóxicos e sem armas atómicas?
Haveria diferença se Bashar-al-Assad bombardeasse populações civis indefesas com bombas de TNT, em vez de lhes lançar gás cloro ou sarin?
Existirão nesta matéria subtilezas que me escapam e recordam um episódio vivido. Um dia estava numa sala operatória em funcionamento e um colega entrou com um cigarro na mão. Com azar, entrou atrás dele o Director do Serviço que olhou para ele com ar interrogativo e apontou para o cigarro. O colega, atrapalhado, não encontrou melhor resposta que dizer: "É só um bocadinho Senhor Professor". Espero que o alarve do Assad não diga também sobre os gases: "Foi só um bocadinho"!

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A CÉSAR O QUE PASSOU A SER DE CÉSAR

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VALE MAIS PREVENIR...

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domingo, 15 de abril de 2018

JOHANNES VERMEER

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QUADRO DE HONRA

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FOTOGRAFIAS DA HISTÓRIA

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CUIDADO COM AS CARTEIRAS !

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Pelo menos sete destes deputados, diz o Expresso, pedem de volta ao Estado dinheiro que não gastaram.
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RÉS-DO-CHÃO

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TEM HORAS

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Estamos a meio de Abril, época em que a hora solar coincide com a hora dos nossos relógios, se descontarmos as alterações introduzidas nesta para poupar energia. Isto é, o meio-dia solar corresponde rigorosamente à hora TMG. Antes e depois, há diferenças sucessivas que se vão instalando gradualmente.

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